quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Google pode encerrar Orkut no Brasil

Culpa dos delinquentes que se aproveitam da impunidade para injuriar, difamar, caluniar, ver criança pelada, etc. Quem nunca participou de uma discussão e foi recebido de forma "calorosa" pelos adeptos da opinião contrária? Impõe-se as razões pela opressão. Pessoas escrevem muito bonitinho para defender suas convicções, mas não tem autocrítica. Simplesmente escrevem: -Injuriar alguém é um crime bárbaro, isso tem que acabar e os responsáveis tem que ser punidos, seu bostão imundo filhodaputa! Pois é, o problema é que no Orkut as ofensas ficam registradas. Estão lá, escritas, gravadas nos servidores e disponíveis para todo mundo ver a qualquer hora. E a Google tem enfrentado muitas ações judiciais decorrentes exatamente dos crimes cometidos pela rede social.

Sinceramente eu não acredito que isso vá realmente ocorrer, por muitas razões: 1.O mundo aposta nas economias emergentes, cujos povos são/serão numerosos potenciais consumidores. 2.Toda a informção inserida no Orkut serve/servirá enormes bancos de dados valiosíssimos para o marketing. 3. A arrecadação obtida com a venda/uso dessas informções supera/superará em muito o valor das atuais/prováveis indenizações pagas a usuários ofendidos, danos e despesas com o jurídico. 4. O Orkut é disparado a maior rede social do Brasil. Aliás, brasileiro quando agarra em coisa ruim não solta mais, como já ocorreu com o MSN (saudades do ICQ).
Bom, confiram a informação aqui. Encotrei graças ao Peopleware.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

A Google vai Dominar o Mundo 2

O Google ainda é a marca mais poderosa do planeta, com valor estimado de US$ 86,057 bilhões, avanço de 30% em relação ao valor apurado no ano passado. O dado consta do levantamento Brandz, que lista as 100 marcas mais poderosas do mundo e foi divulgado hoje pela consultoria Millward Brown. Apesar de ressaltar a força dos Brics (grupo de países emergentes composto por Brasil, Rússia, China e Índia), o ranking anual não trouxe nenhuma marca brasileira.


No levantamento - que colocou a General Eletric (US$ 71,379 bilhões), como segunda colocada, e a Microsoft (US$ 70,887 bilhões), como terceira - a consultoria apontou marcas como Brahma, Petrobras e Bradesco como futuras candidatas do Brasil a entrar na lista das 100 mais poderosas.

Com o valor combinado, as 100 marcas da lista Brandz valem US$ 1,94 trilhão, ante um valor de US$ 1,6 trilhão em 2007, o que representa um aumento de 21% de um ano para o outro.

Os destaques individuais da lista foram, segundo a consultoria, a Apple, que adicionou US$ 30 bilhões ao seu valor de mercado, e a Blackberry, que teve valorização de sua marca em 390% e agora é a 51ª no ranking.

Outro destaque dado pela Millward Brown foi para o setor de tecnologia e de telecomunicações, que já representam 28 das marcas presentes na relação. Nesse segmento, as operadoras de telefonia móvel foram as que mais tiveram valorização, aumentando seu valor de marca em 35% do ano passado para cá.


Ficou com "medinho"? -Procura no Google então!


Nas dez primeiras posições, a lista é completada por Coca-Cola (US$ 58,208 bilhões), China Mobile (US$ 57,225 bilhões), IBM (US$ 55,335 bilhões), Apple (US$ 55,206 bilhões), McDonald's (US$ 49,499 bilhões), Nokia (US$ 43,975 bilhões) e Marlboro (US$ 37,324 bilhões).

Fonte:???

sexta-feira, 28 de março de 2008

Google Notícias


Jornais de Portugal e Espanha unidos contra o Google

O objetivo é preparar uma defesa conjunta dos direitos autorais detidos pelos editores da imprensa de ambos os países para combater a agregação de peças jornalísticas no motor de busca (Google News) sem o pagamento de contrapartidas financeiras aos respectivos produtores dos conteúdos.

Nesse sentido, o Jornal de Negócios revela hoje que os editores portugueses de imprensa e os seus homólogos espanhóis estão já a preparar uma frente comum para interpor uma ação judicial contra o Google.


Na gênese desta iniciativa está a intenção da Associação de Editores de Diários Espanhóis (AEDE) de apresentar, num tribunal madrileno, uma queixa similar à que foi interposta por editores belgas contra o Google em finais de 2006.

A AEDE estará em contatos adiantados com os editores e os juristas que defenderam o processo na Bélgica.